Minhas impressões: Vingança Mortal - J. D. Robb (Nora Roberts) @EditoraBertrand

Mais um livro da Série Mortal... este é o sexto livro...


Falar que eu amei este livro da série Mortal é pouco... eu amo a série... amo Nora Roberts e sua forma de escrever... amo Eve Dallas e amo Roarke...






Vingança (Série Mortal - Vol. 6)
Autor:J. D. Robb
ISBN:8528612015
Gênero:Romance estrangeiro
Coleção:Série Mortal
Páginas:406
Formato:16x23
Editora:Bertrand Brasil
Preço:R$ 49,00



Sinopse:

No mais recente caso da tenente Eve Dallas, entra em cena um louco altamente especializado em eletrônica. Ele tem o cérebro de um gênio, mas o coração de um assassino que assombra a policia com charadas e pistas codificadas a respeito dos crimes que está prestes a cometer. Mas essas charadas são sempre decifradas tarde demais, momentos depois de a vítima ser assassinada. Dallas encontrou o primeiro morto esquartejado no apartamento onde ele morava. O segundo, num luxuoso apartamento anunciado para locação. A única ligação entre os dois homens é um segredo assustador, algo ocorrido há dez anos. Um mistério compartilhado por Roarke, marido da tenente. Algo leva a crer que, nesta sexta trama da famosa série de romances policiais futuristas que Nora Roberts escreve sob o pseudônimo de J.D. Robb, exista uma Vingança Mortal.



Minhas impressões:

Neste livro... acontecem uma série de assassinatos cujo assassino sempre contacta Eve Dallas para lhe dar uma charada... e dizer o que está acontecendo... e como Eve é excepcional... ela chega... descobre e às vezes consegue prever os atos do assassino... mas desta vez... ela acaba se envolvendo em uma vingança... um assassino que está querendo se vingar de atos cometidos por Roarke... há muitos anos atrás... quando ainda vivia na Irlanda... e Eve... tem que desvendar o mistério, descobrindo o assassino e evitando assim que o mesmo chegue em seu alvo principal... ROARKE... além disso Eve tem que proteger o homem que ama e seu fiel amigo e escudeiro Summerset de fatos passados... de quando eles viviam em Dublin (Irlanda).

Em sua busca implacável pelo assassino Eve se depara com o medo de perder o Homem da sua vida... o único pelo qual seu coração e seus sentimentos se 'derretem'... e descobre o passado triste e sombrio dele e o ama ainda mais... além disso percebe seus verdadeiros amigos, ela tem amigas e amigos que se envolvem com toda a trama desde o passado e a ajudam muito em tudo... adoro Peabody... Dra. Mira... Mavis...  Feeney (que neste livro só aparece no finalzinho) e também McNab... um novo integrante da Divisão de Detecção eletrônica... espero que ele seja o par de Peabody em algum dos livros pra frente... e ainda Nadine Furst... a repórter que está sempre conseguindo furos de reportagem com Eve.

Adorei a viagem breve que Eve e Roarke fizeram à Irlanda... e sonho com a visita à este país um dia...


Citações:


"Ela realmente parecia uma policial, não apenas pelo coldre pendurado no ombro com a arma à mostra, nem pelas botas gastas e os jeans desbotados. A palavra "tira" estava impressa em seus olhos, olhos que não deixavam passar nada. Tinham um tom de uísque e raramente mostravam medo. Sua face era quadrada, tinha maçãs do rosto salientes que acompanhavam uma boca surpreendentemente generosa e uma covinha no queixo." pag 11

" - Querida Eve!...
A voz de Roarke conseguiu transmitir boas-vindas, divertimento e precaução em apenas duas palavras...." pag 24

"Empurrou-a com delicadeza em direção à sala. Roarke era um homem que se sentia tão à vontade em ambientes ricos e cheios de mordomias quanto em meio ao fedor de becos violentos." pag 25

"- Summerset tem razão... eu não estou preparada para a missão de ser a esposa de Roarke.
- Mas você é a minha esposa de verdade.
- O que não significa que sou boa no papel. Deixei você na mão... devia ter... - Parou de falar, porque a boca de Roarke já estava pressionada contra a sua, quente e possessiva, até desfazer os nós que sentia na nuca. Sem perceber, Eve já colocara os braços em torno da cintura dele e se deixou ficar ali, largada.
- Pronto - murmurou ele. - Assim é melhor... esses são os meus negócios. - Levantou o seu queixo, passando o polegar de leve sobre a covinha em seu queixo. - Esse é o meu trabalho. Você tem o seu." pag 26

"Pela primeira vez desde o dia em que o conhecera, ela o viu ficar completamente abismado e desnorteado. A mão que acabara de acionar um isqueiro ficara parada em pleno ar. Seus olhos, que antes mostravam um princípio de irritação, perderam toda a expressão." pag 86

"- Naquela região de Dublin, a polícia costumava fazer vista grossa e ouvido de mercador para certas atividades. levei muito tempo para conseguir poder e habilidade em nível suficiente para ir atrás deles." pag 102
- Quer minha palavra de que tais informações ficarão apenas entre nós duas?
- Vou ter que lhe pedir isso, Peabody. - E olhou para longe enquanto Peabody se sentava ao lado dela. - Sinto remorso, mas quero que prometa que vais deixar de cumprir o seu dever.
- Tem minha palavra, tenente. Sem remorços." pag 117

"- Tome, eu salvei uma barrinha de chocolate para você, o que, diante das circunstâncias, foi um ato heróico.
- Você acha que pode me subornar com chocolate? - perguntou ela, franzindo a testa.
- Conheço suas fraquezas." pag 172

"- Possuo informações que são fundamentais para a investigação e para o perfil do assassino, mas não posso e não vou registrar isso oficialmente. Vou compartilhá-las neste momento com você, doutora, de forma confidencial, como informação sigilosa entre médico e paciente. Isso a protegerá de possíveis problemas, não?
- Qualquer coisa que você me contar como paciente é informação privilegiada - afirmou Mira, levantando as mãos e cruzando os dedos. - Não posso colocar no relatório oficial." pag190/1


"Sim, eu a amava e as lembranças do que compartilhamos no passado são muito importantes para mim. Apesar disso, não são nem uma sombra do que sinto por você. Era isso o que estava querendo ouvir?
- Não sei o que há de errado comigo - justificou-se Eve, sentindo um rubor de vergonha que tomou conta do seu rosto e acalmou-lhe a raiva. ....
...
- Eve... - Roarke colocou a mão no rosto dela, acariciando-o. - Desde a primeira vez em que coloquei os olhos em você, todas as outras mulheres deixaram de ter importância." pag 200


"-Eve, dessa vez você está lidando com um assassino muito perigoso, extremamente sagaz, determinado e  cuidadoso. Alguém que levou anos para prepara tudo e se preparar. Uma pessoa focada e instável, que tem um ego gigantesco e igualmente instável. Um sociopata com uma missão sagrada, um sádico com habilidades especiais. Temo por você." pag 221

"Ele girou o corpo e elevou a cabeça, como um lobo que sente no ar o cheiro da companheira. Ela estava sentada na calçada, ao lado da ambulância, olhando com cara de poucos amigos para um paramédico tenso que lutava para tratar de suas queimaduras.
Ela estava chamuscada, sangrando, com marcas roxas e furiosamente viva.
Ele não foi direto até onde ela estava. Precisava de um momento para que as mãos parassem de tremer, o coração deixasse de corcovear e voltasse ao ritmo normal. O alívio foi como uma droga, ou um drinque forte que o deixou zonzo. Engolindo em seco, se viu rindo como um idiota ao ver a cotovelada que Eve deu no paramédico para evitar que ele lhe injetasse uma dose de medicamento." pag 242


"- Estava reclamando com o paramédico porque ele não me trazia o comunicador. Eu precisava de um, para ligar para você e dizer que estava tudo bem. Foi o primeiro pensamento que eu tive depois da explosão, Roarke. Você foi a primeira coisa que veio à minha cabeça.
- Então nós conseguimos, não foi? - perguntou ele, levando as mãos unidas aos lábios.
- Conseguimos o quê?
- Nos transformar em uma unidade... um só.
Ouvir isso a fez sorrir.
- Acho que sim - concordou ela. - Acho que conseguimos. Estamos bem agora?"  pag 249


"Qualidade de vida é uma coisa da qual a maioria das pessoas por aqui reluta em abrir mão. Nas cidades do interior, o visitante ainda encontra muros baixos de pedra e campinas em tanta quantidade que chega a espantar. Há casas simples e chalés com telhados cobertos de sapê, lareiras que usam turfa como combustível e flores no jardim. Os irlandeses mantêm as tradições com determinação." pag 271


"- Ele me contou tudo o que aconteceu, e disse que você é a mulher mais corajosa e tola que ele jamais conheceu. No momento, concordo com ele." pag 404



O próximo livro da série... é Natal Mortal... espero postar sua resenha na próxima semana...






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