Resenha dupla: Pode Beijar a noiva - Patrícia Cabot @A_Planeta

Neste mês de Julho... como todos vocês já sabem, ou deveriam... estamos fazendo uma homenagem à Meg Cabot... e hoje faremos uma resenha dupla de um livro de Meg... escrito sob o pseudônimo de Patrícia Cabot...   romances históricos (que eu e a Paty amamos) que eram escritos como Patrícia...

Páginas: 240 páginas
ISBN: 
9788576656173
Formato: 
16 x 26 cm.
Selo: Esencia
Nº de Edição: 
1
Publicação: 
Maio 2011




Atualmente Meg Cabot... não assina mais como Patricia... mas vejam os livros que foram lançados no EUA...


Aqui no Brasil... a Editora Essência - Planeta já lançou e a Paty já resenhou:


- A rosa do inverno (Where roses grow wild) 

Aprendendo a seduzir (Educating Caroline)


Estamos resenhando hoje...

Pode beijar a noiva (Kiss the bride)
capa americana



E hoje... a resenha será dupla... eu e a Paty... falando de um livro da DIVA... meu primeiro Meg/Patrícia (tenho que confessar)... um romance histórico muito bom...



Sinopse


Apenas um homem poderia propor a ela casamento...

Emma Van Court, dama de uma família londrina, jamais esperava ficar viúva e sem vintém na aldeia escocesa de Faires. E quando uma fortuna lhe foi prometida, se ela tornasse a se casar, a bela professora deparou-se com um mosaico de homens solteiros lutando por suas atenções, desde o pastor local até um detestável barão.

Um doce beijo selaria aquele amor...

James Marbury, conde de Denham, era moderno e sofisticado... e totalmente desacostumado às estradas lamacentas e aos telhados de palha de Faires, para onde viera depois de saber do falecimento de seu primo Stuart. E sem demora ficou exasperado ao descobrir que seu amor louco e intenso pela viúva Emma continuava tão forte quanto antes. Diante de tantos homens solteiros que a cortejavam, James encontrou uma única solução: oferecer-se como marido temporário para Emma... mesmo que secretamente ele desejasse fazer seus votos durarem para sempre.



Primeiro capitulo




Impressões by Cínthia 


Vai ser difícil começar esta resenha... primeiro... porque eu realmente adorei o livro... e depois... porque estou dividindo espaço com a Paty... e sua resenhas... lindas... repletas de montagens e encantamentos... por isso vou tentar fazer algo à altura... tanto do livro... quanto da companhia e espero que vocês gostem...


A história começa em 1832... quando Emma Van Court está aguardando o Conde Denham em seu escritório para conversar com ele... Emma é uma órfã... criada e educada pelos tios Van Court... que tinham uma filha Penelope... e eram vizinhos do Conde e sua mãe Lady Denham... na casa dos Denham... tinha ainda o primo do Conde... Stuart por quem Emma é apaixonada... Stuart é um jovem criado por sua tia... e que havia estudado em Oxford... para se tornar um cura (pároco) da religião anglicana e que era obstinado em ajudar os pobres e que tinha planos de se mudar para a Escócia e lá assumir uma pequena paroquia e ajudar os mais necessitados...  


Neste dia... Emma está aguardando James Marbury, o Conde Denham... para pedir que interceda por ela... junto ao primo... pois os dois... ela e Stuart... querem se casar... mas ela gostaria de fazer tudo certinho... e depois partir com ele para a Escócia... e não fugir como Stuart queria... pois sabia que as famílias... não aprovariam tal fato... e de fato... quando James ouviu tal 'disparate' ele ficou furioso... assim como Emma...  eles brigaram e Emma e Stuart fugiram, se casaram e se mudaram para Faires na Escócia...


Passa-se o tempo... um ano para ser mais exata... e aparece Emma... uma mulher sofrida... sofrendo com as dificuldades da região... e com o fato de ter ficado viúva... 6 meses antes... e sendo cortejada por todos os homens da região por causa de uma herança fatídica... na qual ela só terá direito a receber o dinheiro... depois que se casar... quando surge... em uma determinada manhã... na porta de sua casinha... um distinto cavalheiro... ninguém menos que ...


James Marbury... o Conde de Denhan... o último homem que Emma esperava reencontrar... 


... mas James se mostra solidário... impressionado pela situação de Emma e não vai embora no mesmo dia... e descobre sobre a herança... e vai se envolvendo com Emma... e com suas coisas... e percebe o quanto sempre a amou... e para ajudá-la... faz a proposta de casamento... mas como um 'arranjo'... e eles se casam logo... e quando o juiz diz: 'Pode Beijar a noiva'... acontece uma coisa extraordinária... Emma e James... se sentem atraídos um pelo outro... e então começam os conflitos na cabeça de Emma...


...não vou falar mais nada... apenas que James se tornou... mais uma das minhas paixões literárias... um daqueles homens lindos... James... só perde para Roarke (Série Mortal) e Seth Mortensen (Série Súcubo)...






Citações:


As citações serão feitas com montagens... meio que copiando a Paty...




Esta citação... é de depois que James invade a casa de Emma e a 'defende' do vizinho grandalão Cletus MacEwan... e quebra seu jogo de porcelana Limoges... o único presente de casamento que ela ganhara quando se casou com Stuart...




Emma percebendo as semelhanças entre James e seu finado marido Stuart... primo de James...




Após o Juiz Reardon dizer aos noivos... '- Denham? - o juiz berrou. - Vai ficar aí parado? Não vai beijar a noiva?'... tão logo Emma aceitou se casar com James... a fim de receber a 'fatídica herança'... e ficar livre de todos os pretendentes interessados apenas em sua herança...



Quando Emma se vê frente a frente com a 'modelista' de sua sogra Lady Denham... para escolherem novos vestidos...






Quando Emma começa a perceber seus sentimentos por James... quando eles já estavam casados e em Londres...






Após a declaração de James...para Emma... dizendo que sempre a amara...


"- Eu a amei desde que você deixou o colégio. Mas Stuart chegou primeiro." 








Resenha by Paty






SINOPSE


Título Original: Kiss the Bride
Tradução: Sulamita Pen
Editora: Essência
ISBN: 9788576656173
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 240 


RESENHA

Eu sou doida por romances históricos, principalmente de época regencial, ou seja, quando vi que a Essência/Planeta lançou o livro Pode Beijar a Noiva, além do mais da diva Patrica/Meg Cabot, enlouqueci... no outro dia fui em uma livraria (Livraria Vanguarda) aqui da minha cidade e adquiri, não o li em seguida, por incrível que pareça, então a Ci convidou para fazer essa resenha dupla, comecei a ler porém...



Antes de mais anda, gostaria muito de agradecer a editora por publicar romances históricos, pois já foram lançados pela editora, Na Escuridão da Noite, Sedução, Mais que uma princesa (o único que ainda não foi resenhado) e os dois da Patricia Cabot (A Rosa do Inverno e Aprendendo a Seduzir), oks... já enrolei de mais...



Pode beijar a noiva, é um excelente livro, mas se alguém, como eu, leu os outros livros citados acima, poderá se decepcionar, ele é muito ruim??? Não longe disso, apenas diferente e posso dizer que não seja do nível dos anteriores, e por quê? Simplesmente porque possui poucas páginas.



A Patricia/Meg tem uma particularidade no livro dela, todos os livros que li até agora, praticamente todos os personagens expõe suas opiniões através de narrativas próprias, desde os principais e também os personagens paralelos, nos livros anteriores já que possuíam muitas páginas, não se notava muito essas narrações, mas em Pode Beijar a Noiva,  essas narrações em alguns momentos deixavam a leitura um pouco devagar, já que era uma muito próxima a outra.



Então o livro é chato??? Nem um pouco, pois Patricia/Meg continua se superando nos personagens e nos diálogos e inclusive na trama criada de plano de fundo. Ela é uma das poucas autoras que consegue destacar tanto os personagens principais, quanto os coadjuvantes do livro.




A protagonista é Emma, uma moça que foi criada pelos tios com boa condição financeira, por causa da morte prematura de seus pais, apesar disso ela teve a mesma educação da sua prima, ela foi criada juntamente com James Marbury e seu primo Stuart.


O nosso protagonista James Marbury é o conde de Dehman, rico, viril, bonito, inteligente e apaixonado por Emma, mas por ser  um pouco austero não se declara para ela.























Enquanto que Stuart é pobre, religioso, ato sexual pecaminoso, adora ajudar os pobres, e gosta de Emma (Stuart não possui diálogos conhecemos ele, através das narrações de Emma ou James)



Emma é apaixonada por um deles, adivinha quem é???? Podem a a chamar de burra... tadinha... não é nada.... é o Stuart, então ela decide fugir com ela para Escócia onde eles planejam ajudar a comunidade carente, para descontentamento da família.


Porém Stuart morre depois de 6 meses na Escócia, causado por uma peste que espalha pelo aldeia (esse é o mistério do livro) não só o real motivo da morte dele, e porque um fazendeiro local deixou uma herança para Emma? Porém para Emma ter a posse dessa herança ela terá que se casar.




















No meio dessa confusão toda chega na aldeia o nosso James, com a desculpa de buscar o corpo do primo, no qual Emma fica um tanto nervosa, pois ela não quer que ninguém desenterre Stuart (só no final do livro descobrimos o porque) e ao mesmo tempo ela é perseguida pelos homens da aldeia que querem casar com ela por causa da herança.

"Era preciso dar a mão à palmatória. O juiz conseguira uma solução perfeita para a questão. Perfeita, exceto por um aspecto.


Emma não morderia a isca. Era evidente que ela tinha menos intenção de se casar do que James.

A única diferença era que, fazia não muito tempo houvera alguém com quem James pensara em casar-se.
E seu primo lhe tirara a oportunidade."


A partir da chegada de James temos momentos ótimos, desde o nosso conde dormindo com uma vaca, hã??? Pois é... leiam o livro e vão descobrir... James está diferente, pelo sofrimento que teve com a fuga de Emma, ele resolveu mudar, e com isso irá balançar Emma completamente.



Não posso deixar de comentar de dois personagens em particular, um é Ferguns, um menino que é parcialmente cego, os diálogos dele com os protagonistas são brilhantes e divertidos. Outro que merece um comentário especial é o Juiz Reardon, um homem astuto que digamos que dá um empurrão ao casal e o responsável pela cláusula da herança.




Obviamente tem o momento sensual, Patricia/Meg, faz desse tipo de cena se tornar extremamente sensual sem ser vulgar, ela lembra muito Candace Camp.

"(...) Ponderou que ele tinha o corpo de um anjo...
Imediatamente James pressionou seu corpo quente contra o de Emma e tentou arrancar-lhe o corpete.
Ela disse a si mesma que ele também tinha a mente de um demônio."

Não é um livro ruim, apenas fiquei com vontade de quero mais... não é o mesmo nível dos anteriores, mesmo assim Patricia/Cabot nos proporciona um livro divertido, romântico e com certeza irão suspirar com James Marbury.


MARCADOR DE LIVRO



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