#DominaçãoDistópica - Minhas impressões: Destino @allycondie @Suma_BR atualizado com booktrailer de #Travessia









http://www.objetiva.com.br/suma.phpEste livro faz parte da Dominação Distópica... é uma dos livros recebidos pela parceira/patrocinadora Suma.. e é eu vou ter (não gosto de repeteco, mas este vale a pena) que resenhar novamente aqui no blog... já que a Nathy já o resenhou antes.







Sinopse



Trecho

Minhas impressões

Sabem, eu amei Jogos Vorazes, mas como boa romântica inveterada que sou, gostei mais da distopia de Destino, porque tem amor, muito mais amor, romance, paixão…

A Sociedade é um 'governo' distópico... onde todas as escolhas são feitas pela Sociedade, eles escolheram o que se deve ler, o que se deve ouvir, o que se deve fazer, ou comer... foram selecionados as 100 histórias, os100 poemas, as 100 músicas, eles selecionam o que se deve comer, onde se deve trabalhar, onde se mora e com quem se casa... se você quiser se casar... e isso é infomado no Banquete de Pares... onde cada um dos jovens, de 17 anos vão ficar sabendo quem será o seu par.

 Cassia Reyes, a protagonista e narradora, acaba de completar 17 anos e está indo para o seu Banquete de Pares... onde vai descobrir quem será seu Par, seu marido, seu amor... aquele com quem ela vai partilhar o resto da vida... ela está acompanhada de seus pais (que tem uma relação muito linda de amor) e de seu melhor amigo Xander Carrow e seus pais... a ansiedade da Cassia é grande, mas ela fica feliz com a escolha... mas algo diferente, mais que o diferente que já tinha acontecido... quando Cassia abre o microchip com as informações de seu par, aparece a foto de outro rapaz... Ky Markham, e isso mexe muito com sua cabeça e sentimentos...

Na Sociedade além das escolhas de pares, de trabalhos, há uma imposição sobre a morte... que ocorre no dia do aniversário de 80 anos de uma pessoa (muito jovem) e Cassia e sua família tem que passar pelo Banquete final (o último encontro) com o avô paterno dela... e isso e a conversa que tem com seu avô mexem muito, ainda mais, deixando marcas, com os sentimentos da menina...

"Sinto um nó na garganta quando vejo que a cor que ele escolheu para as roupas é um verde-claro. Somos tão parecidos. E me pergunto se ele percebeu, quando nasci, que os dias dos nossos Banquetes seriam tão próximos, pois os nossos aniversários acontecem com poucos dias de diferença." pag 51


E a vida de Cassia se transforma e ela se divide entre o amor e amizade dos dois rapazes Xander e Ky, e não só ela... eu também me dividi... os dois Xander e Ky são fofos, tão atenciosos e carinhosos e amigos... mas há um agravante: Ky não pode formar par, e por isso, o amor de Cassia e Ky é 'impossível'... a construção da relação dos dois é muito linda... e repleta de amizade e segredos.

Na Sociedade eles já não sabem mais escrever, digitam tudo, não podem pensar... a Sociedade pensa por eles... não podem ter escolhas... eles se alimentam apenas do que a Sociedade acham que precisam e tem sempre consigo comprimidos verde, azul e vermelho, cada um com um objetivo... e eles controlam inclusive o laser dos habitantes, tudo é limitado, o tempo, as opções, até para fazer caminhadas eles devem se inscrever e só podem fazer caminhadas por onde a Sociedade permitir... sempre vigiados...

Um bela narrativa, uma história de construção de uma personalidade em uma Sociedade distópica (controladora) que nos mostra como as pessoas que acreditam piamente na tal sociedade podem se 'rebelar' e se alterar à partir do conhecimento...


Booktrailer (feito por fã)


Citações

"O trem aéreo desliza pela noite estrelada tão suavemente, meu coração bate tão rápido, que parece que eu poderia subir ao céu a qualquer momento.- Tá sorridno por causa de quê? - Xander me pergunta enquanto aliso e ajeito as dobras do meu vestido de seda verde.- De tudo - digo a ele, e é verdade. Esperei tanto por isso: pelo meu Banquete do Par. Onde vou ver, pela primeira vez, o rosto do garoto que vai ser meu Par. Vai ser a primeira vez que vou ouvir o nome dele." pag 07


"Ao entrar na cozinha, segurando o vestido da véspera, vejo que minha mãe já pôs na mesa a remessa de comida para o café da manhã. Aveia, marrom-acinzentada e esperada. Nós comemos em função da saúde e do desempenho, não do gosto. Feriados e festas são as exceções. Como nossas calorias são moderadas a semana inteira, ontem, no Banqute, pudemos comer tudo o que estava à nossa frente sem um impacto significativo." pag 19


"Criaram comissões para escolher os cem melhores de tudo: Cem Canções, Cem Pinturas, Cem Histórias, Cem Poemas. O resto foi eliminado. Para sempre. Para melhor, disse a Sociedade, e todos acreditaram porque fazia sentido. Como podemos apreciar qualquer coisa por completo quando somos sobrecarregados por coisas demais?" pag 23


"Todas as coisas que antigos estudos mostraram serem boas para o longevidade - casamentos felizes, corpos saudáveis - estão ao nosso alcance. Temos vidas boas e longas. Morremos no dia do aniversário de 80 anos, cercados por nossas famílias, antes de sermos consumidos pela demência. Câncer, doença cardíaca e a maioria das doenças incapacitantes foram praticamente eliminados. Nenhuma sociedade chegou tão perto da perfeição." pag 77


"Desde o dia do Banquete Final do Vovô, no mês passado, alterno entre querer que ele nunca tivesse me dado aquele papel e ficar feliz por ele ter me dado. Porque pelo menos eu tenho palavras para descrever o que se passa dentro de mim: o fima da luz que fulgura." pag 105


"Desde o dia do erro com meu Par, não sei mais qual é minha verdadeira vida. Mesmo com as palavras de garantia da Funcionária naquele dia, na área verde, sei que uma parte de mim não está em paz. É como seu eu tivesse visto pela primeira vez que a vida poderia tomar diferentes trilhas, assumir diferentes direções." pag 123


"Será que se apaixonar pela história de uma pessoa é a mesma coisa coisa que se apaixonar pela própria pessoa?" pag 130


"-Acho que as pessoas devia poder escolher quem vai ser seu Par - digo de forma desajeitada.- E onde isso ia acabar, Cassia? - diz ela, a voz paciente. - Você diria em seguida que as pessoas deveriam escolher quantos filhos vão ter e onde vão morar? Ou quando querem morrer?" pag 162



Próximo livro... quem em breve na Dominação Distópica estaremos trabalhando... falando dele é:


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